quinta-feira, 30 de março de 2017

Vamos a penaltys!


E o Março está a acabar e apesar de toda a boa vontade do engenheiro responsavel, o prazo prometido para a conclusão da nossa obra não vai ser cumprido. Não podemos dizer que estamos surpreendidos, bem pelo contrário, porque conhecendo o histórico tinhamos a certeza que seria muito improvavel que eles cumprissem mais este prolongamento do prazo. Portando e desculpem a analogia futubolista, mas com o prolongamento a um dia de terminar, de certeza que vamos a penaltys! E ainda por cima vão ser daqueles que todos jogadores marcam mais de uma vez... Vai ser uma festa!

Agora mais a serio, uma coisa é certa, Março está a acabar, e em Abril não se termina de certeza absoluta porque só agora, passados todos estes meses, é que a cozinha foi adjudicada. E só para este processo contamos com pelo menos mais 5 semanas de espera...

Entretanto o serviço de carpintaria foi concluído, e esta semana iniciaram-se finalmente os arranjos exteriores:




E por hoje é tudo, esperamos voltar brevemente com mais novidades ;)



10 comentários:

  1. Carlos em quanto tempo já vai esse atraso da responsabilidade deles? ou seja daquele ano que dizem que fazem a obra quanto tempo da responsabilidade deles é que está atrasada a obra?Um abraço e apesar de tudo está a ficar top.

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    1. No final tenho de fazer bem as contas, mas ao dia de hoje devemos estar com 5/6 meses de atraso. Mas para eles está tudo bem...

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    2. pois esse é o meu medo..olha eu já estou á 1 ano á espera desde que eles comecaram com o projecto estou, demoraram uma eternidade ate fazerem o projecto e agora estamos a espera que a camara aprove. com isto tudo ja se passou um ano.
      os aluminios que colocaram são pretos ou cinza? são porreiros acho que vou querer essa cor tb.

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    3. Marco Azinheira
      Assinou há um ano e terá já entrado com capital (com uma soma suficiente para pagar os projetos, licenciamentos e, provavelmente começar a obra).
      Agora, imagine que a Câmara não aprova o projeto conforme apresentado, exigindo uma pequena alteração. A proera, por motivo dessa exigência, diz-lhe que isso implica o custo de mais €15.000 e, ou aceita ou o processo para por ali, sendo que eles não devolvem nada do já recebido...
      O Marco até sabe que essa alteração não tem um custo superior a €1.000, mas o que fará..?

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    4. Olá Zé por acaso foi o caso que a camara exigiu alterações ao projecto e nada mais me foi cobrado, foi resolvida a situação, neste momento está aprovada falto só fazer uma pequena rectificação em relação ao sistema de esgotos atraves do smas.Mas sempre me resolveram tudo sem qualquer valor extra, a unica coisa de que me posso queixar é o tempo que demoram...e para quem quer ver a casa a andar e quer as coisas a serem rápidas pois a ansiedade é muita 1 dia parece 1 mês....

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    5. O cliente teria de pagar algum montante se a alteração ao projecto fosse da sua iniciativa. O gabinete de arquitectura é que tem de seguir as regras estipuladas pela respectiva camara e assumir a responsabilidade de qualquer erro.

      O nosso projecto também não foi aprovado à primeira e também nada nos foi cobrado (nem fazia sentido que fosse)

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    6. Zé isso que está a falar acontece muitas vezes, mas é em gabinetes de Projectos. Como foi o meu caso em que me fizeram uma casa 100 mil mais cara do que podia pagar e agora comecei tudo de novo com a Era e nada a apontar até agora.

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  2. Há situações em que "seguir as regras estipuladas" não é tarefa simples. Há autarquias que não se limitam a seguir as regras escritas e, por vezes, têm ideias e imaginação próprias.
    A verdade é que, neste tipo de negócio (proera), o cliente pode ficar demasiado subjugado à outra parte (à proera). Enquanto os projetos não estiverem aprovados pela câmara, ninguém pode ter certezas de que a casa vai ter determinada planta ou desenho e quando o negócio é assinado com a proera está-se ainda distante dessa aprovação pela Câmara.

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    1. Sim, isso está tudo muito certo, e conheço perfeitamente a imaginação aqui da Camara de Palmela, mas daí ao forneedor obrigar o cliente a pagar mais 10.000 € por uma alteração que não foi sugerida por ele vai uma grande distancia. Isso para mim é que não faz qualquer sentido e seria inaceitavel.

      Se pedires a um arquitecto para te fazer um projecto, também vais efectuar pagamentos faseados, um inicial e depois varios até ao projecto ser aprovado. E só se por tua iniciativa quiseres fazer alterações ao projecto é que logicamente te serão debitadas.

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